Uma morte lenta que nos chega pela falta de esperança, pelo medo de seguir adiante, pelas expectativas que nos são frustradas pelas curvas de uma vida que nos parece cada vez mais doida e doída.

Aqui deixamos de acreditar, ali aceitamos o que deveria ser inaceitável, lá toleramos uma dor insuportável e na medida do impossível nos permitimos viver.

Os gritos de mais esperança parecem vir do cárcere. Somos humanos em franco processo de abandono de nós mesmos porque a vida parece cada vez mais sem valor.

Dezenas, centenas, milhares de pessoas mortas todos os dias nos filmes, feitos por gente tão distante da gente, que orientam as nossas formas de ver o mundo fazem a vida descartável, apequenada, banal.

Eu e você, a gente cada vez mais a mercê de gente que tem nas mãos as formas de controle enquanto textos como esses gritam em redes digitais onde cada vez mais se escreve e menos se lê, num mundo onde cada vez mais se fala e menos se ouve.

O solução não é nova mas está cada vez mais distante. Ainda somos raposas verdes colhendo uvas com os olhos e se manter alegre, entusiasmado e lúcido é cada vez mais um ato de resistência, de rebeldia e, como sempre, para poucos.

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