Pode acontecer de A amar B e B já não amar A.

É assim que é. A discussão não é sobre a eternidade do amor, mas sobre os sentimentos que não controlamos.
Não controlamos o que sentimos, na melhor das hipóteses, controlamos a manifestação do que sentimos.

Se fosse diferente disso não haveria dificuldades para se estudar mais, emagrecer mais, trabalhar mais…
A continua amando B, mas o contrário já não acontece. Vai ser dor espalhada para todo lado.

Mas será que A iria preferir um B ao seu lado na contramão do seu desejo e se, sim, isso é amor?